Jussara Bortoluzzi, de 50 anos, compartilha pela primeira vez a história dela e do seu filho
O Jornal Cidades do Vale abre espaço para o amor. Aquele mais puro, carregado durante anos e que, no momento certo, aconteceu. Com o intuito de inspirar e mostrar que a vida, por meio do universo, de Deus ou de qualquer que seja a crença, se desenha exatamente como precisa ser, a secretária da Fazenda de São João do Polêsine, Jussara Bortoluzzi, de 50 anos, compartilha pela primeira vez a história dela e do filho.
Jussara adotou o pequeno e, em muitos momentos da entrevista, deixou até uma dúvida no ar: será que não foi ele quem escolheu e adotou a mãe Jussara?
Ela conta que a decisão pela adoção nasceu de algo que, segundo ela, sempre existiu dentro do coração, o amor pelo cuidado. “Durante toda a minha vida profissional, ouvi muitas vezes as pessoas dizerem: ‘ela é uma mãezona’, ‘ela ajuda todo mundo’. E isso acabou se tornando uma marca da minha trajetória: estar presente, acolher, cuidar, tratar com carinho e oferecer apoio. Era algo muito natural em mim”, relatou.
Jussara conta que esse jeito de ser foi construído pelos valores recebidos da família e pela convivência próxima com os pais, irmãos e sobrinhos. “Eu cresci vendo união familiar, cuidado e presença. Tudo isso moldou em mim um amor muito grande pelo acolhimento e pela dedicação ao outro”, afirmou.
Com uma vida profissional intensa, a maternidade acabou ficando para depois. Vieram as dificuldades para engravidar naturalmente, tratamentos médicos e, junto deles, o desgaste emocional. “Chegou um momento em que algo ficou muito claro dentro de mim: talvez eu não precisasse mais insistir naquele caminho. Talvez eu pudesse transformar todo aquele investimento em amor e cuidado”, disse.
Foi então que surgiu a decisão pela adoção. Jussara procurou a Vara da Infância e Juventude do Fórum de Santa Maria para entender como funcionava o processo de habilitação. “Eu fui até o segundo andar do Fórum para buscar informações sobre os documentos necessários. Recebi a lista, organizei tudo e levei de volta. E ali também tomei uma decisão muito importante: eu faria isso sozinha”, contou.
Ela explica que o processo exige preparo emocional e maturidade. Entre as etapas, um dos momentos mais delicados foi o preenchimento do formulário sobre o perfil da criança. “É impossível passar por aquilo sem ser profundamente tocada. Existem perguntas sobre idade, sexo, cor, se você aceita irmãos, gêmeos, crianças com deficiência ou alguma condição de saúde. Cada resposta carrega sentimentos, reflexões e responsabilidades muito grandes”, destacou.
Depois da entrega dos documentos, vieram entrevistas com psicóloga, assistente social, encontros com o juiz e reuniões com outros pretendentes cadastrados no Sistema Nacional de Adoção. “Muitas pessoas me perguntam sobre o tempo de espera, mas isso está diretamente ligado às características indicadas naquele formulário preenchido no início da habilitação”, explicou.
Após dois anos e meio com a habilitação concedida, Jussara passou pela renovação do processo, realizando novamente entrevistas e avaliações. “Esse é um cuidado muito importante da Vara da Infância e Juventude. Durante esse período, a vida das pessoas pode mudar. Existem casais que engravidam, pessoas que mudam a rotina, a estrutura familiar ou emocional. Então essa renovação não é apenas burocracia, mas uma forma de garantir que aquela criança encontre um lar preparado para recebê-la”, afirmou.
Paralelamente ao processo, ela também participou dos grupos de apoio e incentivo à adoção oferecidos pelo Fórum. “Foram encontros muito importantes, de troca, acolhimento e preparação. Conviver com outros pais adotivos e ouvir profissionais falando sobre adoção ajudou muito a preparar meu coração para aquele momento tão esperado: a ligação dizendo para buscar meu filho”, relembrou.
E então veio a ligação. “Hoje faz um ano e cinco meses da chegada do meu filho. Na minha ficha, eu não tinha preferência por sexo, mas costumo dizer que foi ele quem me escolheu”, disse emocionada. A chegada do menino transformou completamente a vida da família. “Eu não sabia o quanto eu precisava dele, e não ele de mim, como muitas vezes as pessoas imaginam quando falam sobre adoção”, afirmou.
Jussara também faz questão de destacar que a adoção exige adaptação e construção de vínculo, assim como qualquer maternidade. “As pessoas às vezes imaginam que tudo acontece instantaneamente, mas existe um processo de construção do amor. Você recebe uma ligação e naquele momento conhece o seu filho. O amor vai sendo construído todos os dias, no convívio, no cuidado, na presença, na entrega, no cansaço físico e emocional. Tudo igual”, relatou. “Assim se constrói um amor incondicional que eu não consigo descrever, apenas sentir”, completou.
Ela destaca ainda que o apoio da família foi essencial durante a adaptação. “Poder contar com meus pais, irmãos, sobrinhos e os dindos fez toda diferença. Em especial minha mãe e minhas cunhadas, que se tornaram apoio e referência nessa caminhada”, afirmou.
Uma frase dita pela afilhada resume, segundo ela, o sentimento vivido pela família desde a chegada do menino. “Ela disse: ‘Como conseguimos viver até agora sem o nosso príncipe?’. E eu acho que isso resume muito tudo o que ele representa para nós”, contou.
Jussara afirma que nunca teve dúvidas de que o filho seria amado. “O carinho das pessoas do meu trabalho, da comunidade onde vivem meus pais e meus irmãos, e de todos que convivem conosco é algo que me emociona profundamente”, disse.
Ao compartilhar a própria história, ela afirma receber mensagens de pessoas inspiradas pela experiência e deixa um conselho para quem sente o desejo da adoção nascer no coração. “Se existir qualquer vontade, qualquer ‘eu gostaria’, dê o primeiro passo. Vá até o Fórum. Porque o mais importante é começar. O caminho pode até ser longo, mas o amor que espera do outro lado faz tudo valer a pena”, declarou.
E encerra com uma frase simples, mas carregada de sentimento. “Ele é o grande amor da minha vida”.
A Ford também faz parte da história de Agudo. Em diversas ocasiões, o veículo foi utilizado nos desfiles do município, levando soberanas do município e da terceira idade.
Uma relíquia que guarda boas lembranças. Essa pode ser a definição da Ford F1 1950 da moradora de Agudo Jossane Franke Costa. No dia 13 de maio, é celebrado o Dia do Automóvel e, para marcar a data, a reportagem do Jornal Cidades do Vale conheceu mais sobre essa história.
Jossane conta que a Ford foi adquirida em 2004, em Curitiba. “Meu marido, Mário, saiu para caminhar pelas ruas e se deparou com ela em uma mecânica. Foi bater o olho e já perguntar se estava à venda. Depois da negociação, voltamos para casa e, na outra semana, fomos buscá-la”, relembra.
De acordo com Jossane, o veículo precisou passar por uma reforma. “Ela era usada para tuning, então tinha grafitagem, e resolvemos mudar e reformar. Fizemos isso no Paraná mesmo. Ela é dos antigos da classe Hot, ou seja, mantém o formato original, mas possui modificações. As rodas são maiores, o paralama traseiro também, ela é a diesel e a mecânica passou por algumas alterações”.
Jossane explica ainda que sempre acompanhou o marido e que ele fazia questão de incentivá-la a dirigir e entender sobre o veículo. “Muitas vezes as pessoas se perguntam: ‘Mas ela é mulher, como anda? Como entende?’. E foi justamente por isso. Felizmente, nós sempre compartilhamos muito as coisas e, com a Ford, era da mesma maneira. Eu acompanhava, ele me contava o que iria fazer e, assim, aprendi muitas coisas”, destaca.
Mário faleceu há quatro anos e, emocionada, Jossane conta que a missão desde então é seguir com a Ford, mantendo viva a história e as lembranças da família. “Ela é o nosso xodó, como eu digo. Enquanto eu existir, e acredito que meus filhos também, vamos manter ela. Eles cresceram andando nesse carro e o Mário amava isso aqui. Precisamos preservar essa história. Cada vez que saio com ela, lembro dos bons momentos que vivemos. Sempre quisemos ela para usar, não como carro de colecionador. A gente viajava, fomos para vários lugares com ela, como Punta del Este. Também participávamos de encontros de carros em São Marcos, Teutônia, que eram uns dos maiores, e também em outras cidades da região. Queríamos que ela fosse funcional mesmo, um carro para andar, por isso também as adaptações”, relata.
A Ford também faz parte da história de Agudo. Em diversas ocasiões, o veículo foi utilizado nos desfiles do município, levando soberanas do município e da terceira idade. “Eles nos convidaram e nós topamos. Faz muitos anos que fazemos isso. Depois que o Mário faleceu, fiquei meio pensativa, mas depois entendi que ele ficaria feliz, tanto pelo convite que continuou sendo feito pela administração, quanto por eu seguir colaborando. E é assim que tenho feito”, afirma.
Jossane revela ainda que já recebeu diversas propostas de compra. “Ela chama a atenção, principalmente de quem gosta de carros antigos. Já recebi várias propostas, mas ela não tem preço, jamais vou vender. Além disso, as pessoas pedem para tirar fotos e eu deixo à vontade, porque sei que quem admira fica feliz com isso, em poder ver, perguntar e guardar uma lembrança em fotografia”, comenta.
Jossane e Mário César Costa foram casados por 32 anos e, durante 20 deles, o casal viveu em Agudo.
As ruas de Faxinal não serão mais as mesmas desde a tarde da última terça-feira, quando se espalhou a notícia de que Orides Alves, o folclórico “teche” ou Cantor das Andorinhas, havia sido encontrado sem vida próximo à Ponte do Rio Soturno que liga a Santos Anjos, trajeto que fazia a pé seguidamente, cantando, e normalmente, embalado por alguma “canjibrina”.
Qualquer adulto, jovens e até crianças conheciam o Teche. Ele era uma figura folclórica pelas ruas da cidade, com seu cantar característico, com seus bordões criativos, e com os mais próximos, ele se referia como “o amigo do cantor”. Para as crianças, as “pequetititas”, como se referia a elas, conhecia a maioria e sempre se referia com alguma palavra de carinho.
A sua voz inconfundível dobrava as esquinas. “Lá vem o Teche”, diziam todos, cantando suas músicas preferidas, Cristian e Ralf, Barreirito, ou Querência Amada. Só mudava em época de eleições, quando, conforme a conveniência, e até para ganhar um troco, interpretava os jingles das campanhas. Apesar de ser quase que um homem de rua, tinha o respeito de todos.
Nunca soube de alguém que lhe tenha negado seja um prato de comida, um cobertor, um casaco, ou seja lá o que for para lhe dar um pouco mais de alento. Assim, como nunca soube que tenha desrespeitado alguém ou se apropriado de alguma coisa que não era dele. Até quando necessitava de algo, seja para comer, ou até para um trago, o fazia com toda discrição, pois dizia que não gostava de fazer aquilo.
Quase que diariamente passava em frente à minha casa e sempre interagia. Dias desses, até me disse, acho que sentindo o peso da idade, que precisava parar com a bebida, pois a mesma estava o levando à morte.
Não sei se foi por isso que se foi, mas certamente deve ter colaborado. Sentiremos a falta do Teche, pelas ruas, e também aqui na rádio, onde quase que diariamente vinha pedir uma música. As gurias da secretaria já sabiam que era Camisa Manchada, com Cristian e Ralf ou alguma outra com Barreirito.
Como termômetro do carinho que o povo de Faxinal tinha para com ele, é só olhar para as redes sociais e ver o engajamento que teve a repercussão da sua morte. Não deixou nenhuma marca de desenvolvimento, sempre muito valorizado, mas deixou o exemplo de que, mesmo vivendo miseravelmente, é possível fazer o bem e deixar saudades.
Vá em paz, Orides. Chega lá no céu e cante para os anjos: “As andorinhas voltaram, e eu também voltei…”
Coluna de opinião por: Zenóbio Osmari
O Jornal Cidades do Vale contou, nesta semana, a história de Maridreia Garlet, de 47 anos. Infelizmente, na manhã desta segunda-feira (30), recebemos a notícia de seu falecimento. Em nome da redação do Jornal Cidades do Vale, expressamos nossos sentimentos aos familiares e amigos. Como forma de homenagem, convidamos os leitores a conferirem a matéria especial realizada com ela. Maridreia colecionava cerca de duas mil piranhas de cabelo.
Maridreia foi diagnosticada, aos nove meses de idade, com epilepsia, uma condição neurológica
O Jornal Cidades do Vale desta semana foi até a localidade de Linha Grande, em Dona Francisca, para conhecer a história de Maridreia Garlet, 47 anos. A reportagem foi recebida pela mãe, Jandira de Pellegrin, que de imediato apresentou a filha e também sua coleção de piranhas de cabelo.
Maridreia foi diagnosticada, aos nove meses de idade, com epilepsia, uma condição neurológica caracterizada por crises recorrentes provocadas por descargas elétricas anormais no cérebro. As manifestações variam e podem incluir convulsões, perda de consciência, movimentos involuntários e alterações sensoriais ou comportamentais.
A mãe conta que a filha coleciona piranhas há cerca de 10 anos. “Depois que o pai faleceu, ela começou com isso, e a coleção foi aumentando. No começo eu comprava algumas, depois as pessoas passaram a dar para ela, e até hoje é assim. Quem conhece já sabe e traz, e ela fica muito feliz com cada uma que ganha.”
Segundo Jandira, na parede do quarto já há mais de duas mil peças. “Ela vem para o quarto, começa a trocar de lugar, organizar, e sabe de cada uma: quem deu e de onde veio. Às vezes, vê uma fora do lugar e já diz que fui eu que mexi. A felicidade dela é ficar lidando com isso.”
A morte do irmão, há quatro anos, intensificou ainda mais o apego aos objetos. “Quando o irmão morreu, ela passou a gostar ainda mais. Agora ela está mais debilitada, mas vem aqui e fica horas em função disso. Não sei explicar o que ela sente, mas a gente vê que ela fica bem.”
Além da parede, improvisada com fios para acomodar a coleção, Maridreia também usa as piranhas no cabelo. “Ela coloca várias. Às vezes venho ver e ela está com a cabeça cheia de piranhas, todas coloridas.”
Emocionada, a mãe destaca as dificuldades. “Não é fácil. Os últimos dias têm sido mais complicados, ela esteve na UTI, então a gente fica atento à saúde dela, mas é um desafio. Ela é tudo que eu tenho, é a minha vida.”
A reportagem também fez questão de presentear Maridreia com uma piranha para a coleção.
O Dia Nacional dos Animais, celebrado em 14 de março no Brasil, é uma data dedicada à conscientização sobre a proteção, os direitos e os cuidados essenciais com os animais domésticos e também com a fauna silvestre. O momento também reforça a importância de combater o abandono e os maus-tratos, além de incentivar a adoção responsável.
Para marcar a data, a reportagem do Jornal Cidades do Vale foi conhecer a história da empresária Nathana Petzold, 30 anos, que trabalha diariamente com cães e gatos e transformou o amor pelos animais em profissão. Com um trabalho delicado e cheio de carinho, ela cuida de pets que, cada vez mais, conquistam espaço dentro das famílias.
A paixão pelos animais começou ainda na infância. “Eu sempre fui apaixonada por animais, principalmente cachorros, desde criança. Meu primeiro contato com o pet shop foi no meu antigo emprego, onde havia esse serviço. Não era o meu setor, mas, devido à grande procura e ao movimento, comecei a ajudar nos banhos e fui criando interesse em aprender mais sobre a profissão”, relembra.
Em 2023, uma mudança na vida pessoal acabou abrindo caminho para o empreendedorismo. Devido a problemas de saúde da mãe, Nathana precisou reorganizar sua rotina para ficar mais próxima da família. “Eu não estava conseguindo trabalhar fora, mas precisava continuar trabalhando. Então surgiu a ideia de abrir um pet shop em casa, conciliando as duas necessidades”, conta.
Mesmo com poucos recursos, ela decidiu seguir em frente. “Eu não tinha muitas condições financeiras para iniciar o negócio. Juntei tudo o que tinha e recebi um pouco de ajuda dos meus pais também. Assim consegui comprar o básico para começar os atendimentos no CasaPet,”, explica.
Os primeiros passos foram cercados de insegurança, mas também de muita determinação. “Comecei com medo e muitas dúvidas, porque empreender é muito desafiador. Criei um Instagram para divulgar o trabalho e ofereci dois banhos gratuitos para uma cliente antiga, para iniciar as postagens e mostrar o serviço”, relata.
A divulgação nas redes sociais e o tradicional “boca a boca” foram fundamentais para o crescimento do negócio. Aos poucos, novos clientes começaram a surgir. “Um foi indicando para o outro, as pessoas foram vendo as postagens, e assim o movimento foi aumentando”, lembra.
Hoje, após mais de dois anos de trabalho, Nathana celebra as conquistas e a confiança dos clientes. “Tenho clientes que estão comigo desde o início e sou muito grata por cada um. Sempre procuro entregar um trabalho com qualidade, responsabilidade e muito amor pelos meus clientes de quatro patas e pelos seus tutores”, destaca.
Para ela, quem convive com animais entende o valor que eles têm na vida das pessoas. “Só quem tem sabe o quanto eles são importantes. São seres de luz nas nossas vidas, que nos trazem lealdade e amor. São nossos filhos de quatro patas e merecem todo carinho e também um banho bem cheiroso”, finaliza.
Cuide dos animais
Os maus-tratos contra animais são considerados crime no Brasil e estão previstos na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998). A legislação estabelece punições para quem praticar atos de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais, sejam eles domésticos, domesticados, silvestres, nativos ou exóticos.
A pena geral prevista é de detenção de três meses a um ano, além de multa. No entanto, desde 2020, a legislação foi endurecida para casos envolvendo cães e gatos. Nesses casos, a pena passou a ser de reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda do animal.
Se os maus-tratos resultarem na morte do animal, a pena pode ser aumentada de um sexto a um terço. As denúncias podem ser feitas às autoridades policiais, às secretarias de meio ambiente ou por meio de canais específicos de proteção animal.
É a emissora líder na região da Quarta Colônia de imigração Italiana do Rio Grande do Sul, fundada em 1° de fevereiro de 1975, e sua abrangência cobre todo o território da Quarta Colônia.
Somos uma Emissora segmentada em jornalismo, em especial, Local e Regional, onde procuramos, em conjunto com as forças vivas destes municípios, de forma integrada buscar o desenvolvimento de toda esta Região. Procuramos sempre fazer um rádio propositivo, para mantermos vivo nosso slogan de ser sempre " A Voz da Quarta Colônia".
Tiragem: 2.500 exemplares
Circulação: Agudo, Dona Francisca, Camobi, Faxinal do Soturno, Santa Maria, Ivorá, Nova Palma, São João do Polêsine, Pinhal Grande, Silveira Martins, Restinga Sêca.
É líder em audiência no seu segmento, com abrangência de mais de 40 municípios. Muita musica, entretenimento e interação com o público são suas características e sua audiência e liderança crescem cada vez mais.
Veja a lista de cidades que nossa cobertura de sinal atinge:
Agudo;
Alto Alegre;
Arroio do Tigre;
Boa Vista do Incra;
Caçapava do Sul;
Cacequi;
Cachoeira do Sul;
Campos Borges;
Candelária;
Cerro Branco;
Cruz Alta;
Dilermando de Aguiar;
Dona Francisca;
Encruzilhada do Sul;
Espumoso;
Estância velha;
Faxinal do Soturno;
Formigueiro;
Fortaleza dos Valos;
Ibarama;
Itaara;
Ivorá;
Jacuizinho;
Jaguari;
Jari;
Jóia;
Júlio de Castilhos;
Lagoa Bonita do Sul;
Lagoão;
Mata;
Nova Palma;
Novo Cabrais ;
Paraíso do Sul;
Passa Sete;
Passa Sete;
Pinhal Grande;
Quevedos;
Quinze de Novembro;
Restinga Seca;
Rosário do Sul;
Salto do Jacuí;
Santa Margarida do Sul;
Santa Maria;
Santana da Boa Vista;
São Gabriel;
São João do Polêsine;
São Martinho da Serra;
São Pedro do Sul;
São Sepé;
São Vicente do Sul;
Segredo;
Silveira Martins;
Sobradinho;
Toropi;
Tunas;
Tupanciretã;
Vila Nova do Sul;
57